“É preciso ir ao encontro do outro. Os gestores têm o desafio diário de superar as dificuldades financeiras e administrativas e promover o acesso aos serviços de saúde. Muitas vezes a notificação é menosprezada por pensarem se tratar somente de um formulário, mas é a partir das informações bem embasadas que se norteia os profissionais que estão na ponta da qualidade da assistência”, afirma.
A notificação deve acontecer a partir da primeira suspeita, com os primeiros sintomas. Caso contrário, os casos só vão aparecer posteriormente nas estatísticas, e ainda haverá dificuldades para o trabalho de prevenção em áreas que estão com forte incidência do vetor das arbovirores, o mosquito Aedes aegypti, impedindo o direcionamento de ações e economia de recursos. São locais próximos à vítima e com grande chance de ter, em seu entorno, pessoas vulneráveis, como idosos, imunodeprimidos, entre outros, com baixa imunidade.
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